Rara & Cara · Sessão de Diagnóstico e Orientação Estratégica

Crisna Ribeiro

Contabilidade consultiva e BPO financeiro · Escritório em sucessão · @crisnaribeiro.contadora

Você chegou com uma pergunta escrita no formulário: o que mudar para vender mais e melhor. A sessão mostrou que a sua venda quebra num ponto anterior a ela. Falta escolher quem você atende, falta mapear o que esse empresário vive antes de te conhecer, e falta conduzir a conversa comercial de um jeito que faça ele verbalizar o problema antes de você falar preço. Este documento entrega as três peças prontas: o critério de escolha do cliente, a estrutura do conteúdo que faz ele se identificar, e o roteiro completo da venda consultiva que a Ana Eliza ditou para você na chamada.

Sessão em 28 de setembro de 2026 Ana Eliza Costa Ascensão para A Cúpula fechada dentro da sessão
Replay da sessão. Assista com o documento aberto do lado.
Ponto de partida

Cenário atual

O retrato do seu negócio no dia da sessão, com o que você escreveu no formulário em 14 de setembro e o que apareceu na conversa de 28 de setembro. Em dois pontos os dois materiais divergem, e essa divergência já é informação.

R$ 53 mil
Faturamento mensal médio que você declarou na chamada. No formulário você havia marcado a faixa de 10k a 30k.
9 pessoas
Você, sua mãe (dona do escritório, em processo de sucessão) e mais sete colaboradores.
8 clientes
Perdidos no mês anterior à sessão para uma concorrente nova que oferece metade do preço.
Acima de R$ 50 mil
A meta de faturamento mensal que você escreveu no formulário.
Quem você é neste momento

A contadora que passou a vida sem precisar vender e agora precisa

Você trabalhava em empresa, o cliente chegava e você fazia o seu trabalho. O escritório é da sua mãe e você entrou num processo de sucessão com um objetivo declarado, que é aposentar ela. Junto com a sucessão você assumiu a parte que nunca foi sua: abordar, apresentar, cobrar e fechar. Nas suas palavras, é aí que está o gargalo, porque você não está sabendo falar e fica nervosa.

O que você vende hoje

Contabilidade consultiva, com BPO financeiro implementado neste mês

A contabilidade consultiva é o que você já entrega: trabalho estratégico para diminuir imposto dentro da lei e ajudar o empresário a tomar decisões melhores. O BPO financeiro você estudou, investiu, tem acompanhamento e implementou em setembro. Na semana seguinte à sessão você começa a oferecer para a base atual. E você montou três pacotes para resolver a discussão de preço: o contador básico que emite guia, o contador consultivo mais próximo, e o completo com diagnóstico e plano de ação.

De onde vêm os clientes

Indicação, um pouco de Instagram, e tráfego pago na fila

A maior parte chega por indicação. Uma parte chega pelo Instagram. Você decidiu ligar tráfego pago e a Ana Eliza travou essa decisão na hora, com a pergunta que organiza tudo: colocar dinheiro sem ter a base pronta. Você também participa de encontros empresariais, que foi o que escreveu no formulário como estratégia atual.

O Instagram

Um perfil de 7 mil seguidores bloqueado, um perfil novo com 30 dias

O perfil antigo tinha 7 mil seguidores e sofreu shadow ban depois de uma sequência de posts criticando o governo e as mudanças da reforma tributária. Passou a entregar para 50 ou 60 pessoas. Você abriu um perfil novo, que está fazendo 30 dias e já marcou algo próximo de 160 mil visualizações. O que está sustentando esse número são reels teste com frase motivacional, feitos para movimentar o algoritmo e trazer volume de seguidores.

O que você declarou no formulário

As respostas de 14 de setembro, do jeito que você escreveu

  • Cliente ideal: aquele que está disposto a pagar pelo seu serviço, sem ficar barganhando preço.
  • Transformação que você causa: reconhecimento.
  • Como se sente como empresária: sente falta de saber se posicionar e vender o seu serviço.
  • Maior dificuldade: vender o seu serviço e dar o valor.
  • O que já fez para resolver: participar de grupos empresariais para aprender a se comunicar melhor.
  • Objetivo do ano: se posicionar como consultora empresarial diante da mudança que a contabilidade vem enfrentando.
  • O que está impedindo: falta de confiança.
  • Ponto forte: buscar conhecimento, num momento em que poucos estão estudando de verdade as mudanças.
  • Ponto fraco: não saber vender o seu produto.
  • Referências que acompanha: não tem referência.
  • Preferência de ajuda: aprender o método e aplicar sozinha.
O que a conversa revelou por baixo

Três coisas que o formulário não mostrava

  • O cliente ideal declarado no formulário descreve uma forma de pagar, sem descrever uma pessoa, um mercado ou um problema. Foi por isso que a sessão começou por aí.
  • A perda dos 8 clientes num mês só apareceu na chamada. É o dado mais duro do seu cenário e mostra que a sua base está sendo disputada por preço neste exato momento.
  • Você já sabe tudo que o seu cliente vive. Você falou de precificação, de mistura entre pessoa física e jurídica, de quem não sabe quanto entrou e quanto saiu, de quem deixa a vida levar. Esse material inteiro está na sua cabeça e não está escrito em lugar nenhum.
Dentro da sessão

Dois clientes fechados no mesmo dia e uma decisão tomada

No dia da sessão você já havia fechado dois clientes com os pacotes novos, um no pacote menor e uma segunda cliente que ficaria de responder depois do almoço. E no fim da conversa você fechou o ciclo de doze meses d'A Cúpula, com o valor da sessão abatido das mensalidades. A última seção deste documento registra o que foi combinado.

O que está acontecendo de verdade

Diagnóstico

Você trouxe a frase "não sei vender". A primeira coisa que a Ana Eliza fez foi perguntar se isso é causa ou sintoma. É sintoma.

A frase que organiza a sessão

Você está tentando melhorar a venda antes de definir claramente quem compra, qual problema relevante você resolve, qual transformação você entrega e como a sua solução funciona. Isso é posicionamento. Você pode colocar o tráfego que for. Se isso não estiver respondido, o tráfego não resolve.

Ana Eliza, na sessão
O gargalo real

A venda quebra na hora do preço porque o valor não foi construído antes

Quando a Ana Eliza te perguntou em que ponto do funil você perde mais gente, você respondeu sem hesitar: na hora de passar o preço. A pessoa diz que vai ver e avisa depois. Isso acontece porque a conversa chega no preço sem que o empresário tenha verbalizado o problema dele, o custo de continuar como está, e o valor de resolver. Sem essas três coisas ditas em voz alta pelo cliente, o preço fica sozinho na mesa. E preço sozinho na mesa sempre perde para quem cobra menos.

O que a perda dos 8 clientes está dizendo

A sua base está sendo disputada por preço porque a diferença não está comunicada

A concorrente nova chega no seu cliente, pergunta quanto ele paga, ouve R$ 500 e oferece R$ 250. Ela não venceu por ser melhor. Ela venceu porque, na cabeça daquele cliente, o serviço dela e o seu são a mesma coisa. Enquanto contabilidade for percebida como uma obrigação igual em qualquer lugar, o único critério disponível para escolher é o preço. Sua tarefa é dar ao cliente outros critérios de comparação, e isso se faz em conteúdo e na condução da conversa.

O risco imediato

Tráfego pago agora colocaria dinheiro para amplificar a confusão

Com a comunicação atual, o anúncio atrai gente que ainda não entende o que você faz, que chega perguntando preço e que compara você com a concorrente de R$ 250. Você pagaria por lead desqualificado. E tem um efeito secundário: os reels teste com frase motivacional atraem uma base que não tem nada a ver com contabilidade. Quando você começar a postar o conteúdo certo, essa base não engaja, e a falta de engajamento sinaliza para o algoritmo que o perfil perdeu interesse.

O ciclo que te mantém presa

Cada etapa alimenta a seguinte. O ponto de entrada para quebrar o ciclo está na primeira caixa, e nenhuma outra.

Começa aqui
Cliente ideal descrito como forma de pagamento

"Quem paga sem barganhar" não diz mercado, faturamento, momento nem dor. Sem isso, não há o que falar com precisão.

Consequência
Conteúdo genérico ou motivacional

Sem saber com quem fala, sobra frase bonita e post sobre reforma. Nada que faça um empresário específico se reconhecer.

Consequência
Chega pouco lead, e o que chega vem cru

A maior parte segue vindo por indicação. Quem chega pelo perfil chega sem entender o que você resolve.

Consequência
A conversa começa pela lista de serviços

Você apresenta o que faz, dá o diagnóstico de graça e vai direto ao valor, sem o cliente ter dito o tamanho do problema.

Consequência
Preço vira o único critério

"Vou ver e te aviso." O cliente compara o número com o do contador barato, porque é a única coisa comparável que ele tem.

E volta ao começo
A confiança cai e a frase se repete

Você conclui que não sabe vender, e no formulário escreve que a barreira é falta de confiança. A causa segue na primeira caixa.

O que destrava

Escolher o cliente, escrever o que ele vive, e conduzir a conversa por perguntas

São três movimentos em ordem. Primeiro escolher um perfil de cliente e registrar por escrito o que ele vive antes de te conhecer. Segundo, transformar esse material em conteúdo que faz ele se reconhecer. Terceiro, conduzir a reunião com o roteiro de venda consultiva, que faz ele dizer o problema e o custo de não resolver antes de você abrir o preço. As três coisas estão desenhadas nas seções seguintes.

O contrato desta sessão

O objetivo

Extraído do que você escreveu no formulário e do que você disse na chamada. Tudo no plano de ação serve isto.

Onde você está hoje

Faturando na casa dos R$ 50 mil por mês com uma carteira que está sendo disputada por preço

Escritório em sucessão, nove pessoas, clientes chegando por indicação, oito perdidos num mês para quem cobra metade, BPO financeiro recém implementado e um perfil novo de 30 dias sustentado por conteúdo que não fala do seu trabalho.

Onde você quer chegar

Reconhecida como consultora empresarial, atendendo empresas estruturadas, com faturamento acima de R$ 50 mil por mês e sem barganha de preço na mesa

O posicionamento de consultora empresarial diante da transição da contabilidade é o objetivo que você mesma escreveu para este ano. O caminho passa por escolher um perfil de empresa, comunicar a diferença entre a contabilidade que entrega guia e a que participa da decisão, e vender contabilidade consultiva com BPO financeiro para quem tem operação estruturada e finanças desorganizadas.

A transformação

Sair de quem responde a pedido de orçamento para quem conduz um diagnóstico

Hoje o cliente chega, pergunta o preço e você responde. A virada é você chegar na conversa com um roteiro, fazer o empresário verbalizar o problema, mostrar o custo de continuar como está, e apresentar a sua oferta como a resposta a esse diagnóstico. Preço deixa de abrir a conversa e passa a fechá-la.

Sequência

A ordem das coisas

Esta ordem foi dita na sessão e é a única parte do documento que não admite atalho. Fazer na ordem errada custa dinheiro.

Primeiro
Escolher o cliente e escrever o que ele vive

Um perfil de empresa para os próximos doze meses, com faixa de faturamento, complexidade, equipe, regime tributário e momento do negócio. Depois o ponto A e o ponto B desse empresário, por escrito.

Segundo
Trocar o conteúdo do perfil

Parar o reels teste com frase motivacional e começar a publicar conteúdo que nasce do ponto A, com a estrutura de sintoma até chamada para ação. Aqui o perfil novo começa a atrair gente qualificada.

Terceiro
Trocar a condução da venda

Aplicar o roteiro SPIN em toda reunião, apresentar a oferta como resposta ao diagnóstico, e fechar na mesma ligação. Isto pode começar já na semana seguinte à sessão, com a oferta do BPO para a base atual.

Só depois
Ligar o tráfego pago

Com o cliente definido, o conteúdo no ar e a conversa comercial funcionando, o anúncio amplifica algo que já converte. Antes disso, ele amplifica a confusão e você paga por lead que discute preço.

Primeira peça

Quem é o seu cliente

Capacidade de pagamento funciona como critério de qualificação na hora da conversa. Como definição de cliente ideal, ela não sustenta conteúdo nem oferta, porque não diz nada sobre a pessoa.

Empresário é muito amplo. Tem o carrinho de pipoca na frente da igreja e tem o dono da grande empresa no jato dele. Os dois são empresários.Ana Eliza, na sessão
O que a escolha resolve

Escolher não fecha porta, define para quem você fala

Você segue podendo atender quem chegar. A pergunta que a escolha responde é outra: com quem a sua comunicação conversa. Quando o perfil está definido, você sabe quais dores citar, quais crenças confrontar, quais objeções antecipar e qual promessa fazer. Esse é o mecanismo que faz alguém abrir o seu perfil e sentir que você está falando com ela, que foi exatamente o que te trouxe até a sessão.

As três hipóteses que a Ana Eliza colocou na mesa

Cada uma atende um empresário em momento diferente, com dores, crenças, objeções e erros diferentes. Por isso não dá para falar com as três ao mesmo tempo.

Hipótese um
Pequenas e médias empresas em crescimento

Pagam imposto sem clareza, os números não apoiam decisão e o contador atua só no operacional. A investigar: faixa de faturamento, complexidade, equipe, regime tributário e momento do negócio.

Hipótese dois
Experts, infoprodutores e empresas do mercado digital

Crescem rápido, têm movimentação financeira e tributária bem específica e precisam de organização e estratégia. A pergunta que decide: você domina esse universo e já gera resultado nele.

Hipótese três · a escolhida na sessão
Empresas com operação estruturada que precisam profissionalizar o financeiro e a contabilidade

O dono não tem visão financeira confiável, mistura gestão e operação e decide sem indicador. É o perfil que combina a sua contabilidade consultiva com o BPO financeiro, e é o que você já vem abordando.

O que você mesma disse sobre esse perfil

Faturamento de R$ 70 a R$ 80 mil por mês e tudo bagunçado

Você deu a faixa na hora, sem pensar, e deu o exemplo da dentista que fatura entre R$ 80 mil e R$ 100 mil por mês e está desorganizada. Você disse também que acredita que 90% dos empresários vivem esse problema. A reforma tributária é o gatilho que vai empurrar esse empresário a se organizar até 2033, e você é a pessoa que estudou a transição. Esse é o seu terreno.

Exercício um

O seu cliente escolhido, por escrito

Responda estas perguntas num documento seu, do jeito que você fala. Você já sabe todas as respostas, elas só nunca foram escritas. Tudo que vem depois neste documento se apoia nelas.

Qual perfil eu escolho atender nos próximos doze meses?
Comece assim: empresas de [setor] com operação estruturada, que precisam profissionalizar o financeiro e a contabilidade.
Em que faixa de faturamento mensal esse cliente está?
A faixa em que o meu trabalho gera diferença visível e o honorário cabe. Na sessão você disse R$ 70 a R$ 80 mil por mês.
Qual a complexidade, o tamanho da equipe e o regime tributário desse cliente?
Por exemplo: Lucro Presumido, folha de 10 a 30 pessoas, faturamento recorrente e entrada por mais de um canal.
Em quais três setores eu já tenho caso, resultado ou repertório?
Onde você já conhece o vocabulário e já resolveu um problema parecido. Clínicas, escolas e comércio são candidatos, pelo que apareceu na sessão.
O que faz um cliente ser bom para mim, além de pagar?
O critério que você usa para escolher, e não só para ser escolhida. Quem entrega documento no prazo, quem quer participar da decisão, quem responde.
Qual cliente eu não quero mais atender?
Escrever isto é o que te dá licença para recusar. Quem escolhe contador por preço, quem some e cobra depois.
Segunda peça

Ponto A e Ponto B

Este é o material de onde nasce todo o seu conteúdo e toda a sua oferta. O princípio é simples: a pessoa só deseja aquilo que ela sente falta. Para gerar desejo, você contrasta onde ela está com onde ela pode chegar.

O princípio

Por que você está aqui hoje? Porque você foi identificando nas minhas falas coisas que faltavam para você em relação a venda, oferta, mentalidade e conteúdo. É esse o mecanismo. Você precisa contrastar o ponto A do seu cliente, onde ele está antes de você, com o ponto B, onde ele chega depois.

Ana Eliza, na sessão
Ponto A · antes de você
Tem contador, recebe números e guias, e não consegue usar a contabilidade para tomar decisão.
Não sabe se a estrutura tributária e financeira acompanha o crescimento da empresa.
Decide contratação, investimento e retirada olhando o saldo da conta.
Não sabe qual deveria ser o pró-labore e tira mais do que pode.
Não tem reserva de emergência nem previsibilidade.
Mistura pessoa física com pessoa jurídica.
Não sabe precificar os próprios produtos.
Não sabe de fato quanto entrou e quanto saiu no mês.
Recebe a informação contábil atrasada, quando o mês já terminou.
Acha que paga imposto demais e não entende por quê.
Enxerga o contador como despachante do governo, e não como aliado.
Já tentou resolver contratando contador mais barato, fazendo curso de finanças ou baixando planilha para fazer sozinho.
Ponto B · depois de você
Tem informação financeira e contábil organizada, com interpretação estratégica suficiente para decidir.
Sabe se pode contratar, investir ou retirar, com número na mão.
Enxerga caixa, compromissos e indicadores antes de decidir.
Tem pró-labore definido e separado da empresa.
Consegue antecipar problema financeiro em vez de descobrir depois.
Paga o imposto correto, com a estrutura e o CNAE certos.
Sabe precificar porque conhece o próprio custo.
Tem previsibilidade para atravessar a transição tributária até 2033.
Tem a contabilidade participando da decisão, e não relatando o passado.
Para de gastar o próprio tempo com o financeiro da empresa.
Tem uma contadora próxima, que marca reunião para orientar e não para dar susto.
Dorme sem a preocupação de estar deixando dinheiro sair pela torneira.
A frase que separa os dois serviços

A sua própria explicação já é conteúdo pronto

Você explicou na sessão que a contabilidade apura o passado e o financeiro trabalha com previsibilidade, olhando o caixa e preparando a empresa para o que vem. Essa distinção é a sua tese, e é ela que justifica o BPO existir como serviço pago em vez de virar uma obrigação que o cliente espera de graça do contador. Ela precisa estar no seu conteúdo, repetida de várias formas, até virar sua.

Exercício dois

O ponto A e o ponto B do seu cliente, na sua linguagem

As perguntas abaixo são as que a Ana Eliza fez na sessão. Responda num documento seu, com exemplo concreto de cliente que você atende. Cada resposta daqui vira conteúdo depois.

Ponto A
Como esse empresário administra a empresa hoje?
Olha o saldo do banco, decide de cabeça, pergunta ao contador só quando a guia chega.
O que ele não enxerga sobre o próprio negócio, os números e os indicadores?
Margem real por serviço, custo da folha, quanto do faturamento já está comprometido.
Quais decisões ele toma mal, e onde ele está perdendo dinheiro?
Por onde o dinheiro sai da torneira sem ele ver. Contratação na hora errada, retirada acima do que a empresa suporta.
O que ele sente: raiva, frustração, medo, confusão, dúvida?
Nomeie a emoção com a cena. Por exemplo, a ansiedade de todo dia 20, quando o imposto e a folha caem juntos.
O que ele já tentou fazer para resolver?
Contratou contador mais barato, fez curso de finanças, baixou planilha para fazer sozinho.
O que ele acredita que um contador deve fazer?
A crença errada que você precisa desmontar no conteúdo. Na sessão você disse: ele acha que o contador trabalha para o governo.
Ponto B
Quais decisões ele passa a tomar com segurança depois de trabalhar com você?
Contratar, investir, retirar pró-labore, aceitar ou recusar um contrato grande.
O que ele passa a controlar?
Caixa, compromissos futuros, custo da operação, carga tributária.
O que ele consegue antecipar?
O aperto do mês seguinte, o efeito de uma contratação, o impacto da transição tributária na empresa dele.
O que muda tributariamente, dentro do que é legal?
CNAE correto, regime adequado, incentivo aproveitado. O caso da escola de inglês é o seu exemplo pronto.
O que muda financeiramente?
Contas a pagar e a receber organizadas, conciliação em dia, fluxo de caixa com previsibilidade.
Qual resultado eu consigo prometer com segurança, e qual eu não consigo?
Esta linha é a que te protege de prometer o que você não controla. Escreva as duas listas.
Terceira peça

Se descolar da classe

Você disse na sessão que a culpa da má fama é da própria categoria. A Ana Eliza te interrompeu ali: a percepção que o mercado tem dos contadores em geral não precisa ser a percepção que ele tem de você.

O movimento

Eu quero que você se descole da classe. Não existe concorrente para a Crisna. Eles podem pensar isso dos outros contadores, porque no seu conteúdo e no seu posicionamento você manipula a percepção que os outros têm sobre você.

Ana Eliza, na sessão
A percepção que existe hoje

Despachante do governo

Você descreveu com precisão: o empresário sente que o contador trabalha para o governo e não para ele. Tanto que, quando você marcou reunião para explicar a reforma, alguns clientes se assustaram e perguntaram o que havia acontecido. Convocar virou sinal de problema. Isso é diagnóstico de percepção, e percepção se muda com comunicação.

A percepção que você vai construir

A contadora que está do lado do empresário

A frase que a Ana Eliza montou na hora: eu não trabalho contra o empresário, eu sou próxima dos meus clientes porque eu quero que todos paguem menos imposto dentro da lei. Quem fatura e lê isso se identifica. Você sai do terreno do problema contábil e entra no terreno da identificação.

O que dizer sobre o contador barato

Ninguém além de você pode dizer isso

Para alguém ganhar R$ 10 mil cobrando R$ 200 por cliente, quantas empresas essa pessoa precisa atender ao mesmo tempo. Com esse volume, não sobra investimento em tecnologia, em equipe, em sistema, em acompanhamento nem em cuidado. A Ana Eliza contou o caso dela na sessão: quando o negócio começou, ela mantinha um contador antigo, barato e desatualizado, porque tinha na cabeça que não valia pagar contador. O resultado era imposto atrasado, conta aparecendo e confusão constante. Esse é o conteúdo que faz o empresário perceber que o serviço barato está saindo caro. E é o conteúdo que só você pode publicar, porque vindo de você tem autoridade técnica.

Decisão tomada

Você não compete por preço com a concorrente de R$ 250

Você mesma disse que não vai barganhar, porque está investindo em tecnologia, em estudo e em mentoria. Essa decisão precisa estar escrita para não ser revista num dia ruim. O caminho de defesa da carteira é comunicar a diferença e conversar com os clientes atuais antes que a concorrente chegue neles, e não igualar honorário.

A técnica por trás

Posicionamento também serve para espantar cliente ruim

A Ana Eliza contou o caso da médica com perfil de quase 100 mil seguidores que pediu desconto na sessão estratégica e propôs pagar metade agora e metade depois. Em vez de discutir no direct, ela transformou aquilo em sequência de stories, preservando a identidade, e apontou a incongruência de pedir desconto para quem ensina a vender sem desconto. Dois dias depois chegou um cliente dizendo que não era como a médica e que tinha interesse real em fechar. O conteúdo filtrou quem chega. Você pode fazer exatamente isso com as situações que vive no escritório.

Quarta peça

A estrutura do conteúdo

Esta é a sequência que a Ana Eliza usa no conteúdo dela e destrinchou na sessão. Serve para carrossel, para reels, para criativo de anúncio e para a conversa de venda, porque é a mesma lógica.

Passo um
Sintoma

Algo que o empresário vive no dia a dia e que incomoda. É onde dói. Serve para ele se reconhecer nos primeiros três segundos.

Sua empresa cresceu, mas todo mês você tem a sensação de que o imposto cresce mais rápido que o seu lucro.
Passo dois
A origem do sintoma

O problema de verdade, que está debaixo do sintoma. Aqui você mostra que o que ele sente tem uma causa que ele ainda não nomeou.

Pode existir uma desconexão entre o crescimento da empresa, a estrutura financeira e o acompanhamento tributário.
Passo três
O motivo, o porquê isso acontece

A explicação técnica, na língua dele. É o trecho que te dá autoridade, porque mostra que você entende o mecanismo.

Muitos empresários recebem a informação contábil e não a usam como informação gerencial para tomar decisão.
Passo quatro
A consequência de não resolver

Aqui precisa doer. Sem essa etapa, o conteúdo informa e não gera movimento.

A empresa pode crescer em faturamento sem que você tenha clareza sobre margem, caixa e impacto tributário.
Passo cinco
A nova maneira

A possibilidade que ele não tinha considerado. Abre a porta antes de você entrar por ela.

Em vez de olhar para a contabilidade depois que o mês terminou, ela pode participar da sua tomada de decisão.
Passo seis
O mecanismo, que é como você faz isso

É aqui que o seu trabalho aparece. Contabilidade consultiva, BPO financeiro, o seu jeito de acompanhar. Explique o como, sem medo de entregar raciocínio.

No meu acompanhamento, a leitura financeira e tributária acontece antes da decisão, e não depois do fechamento do mês.
Passo sete
A prova social

Caso real, com número, preservando a identidade da empresa. É o que prova que o que você disse é verdade.

Uma empresa que faturava X pagava Y de imposto por estar enquadrada de forma errada. Com o enquadramento correto, esse custo caiu.
Passo oito
A chamada para ação

Uma ação simples, com palavra-chave no direct, que é fácil de cumprir e já qualifica quem chama.

Se a sua empresa cresceu e a contabilidade continua funcionando apenas como obrigação, me manda a palavra imposto no direct.
Sobre o medo de entregar demais

Você perguntou se falar do problema faria o cliente levar a solução para outro contador

A resposta que a Ana Eliza deu é o caso dela mesma. Ela entrega no Instagram, de graça, conteúdo que muita gente não entrega em curso pago. O que ela cobra é a personalização: no perfil o conteúdo é aberto e genérico, na sessão ele é aplicado ao seu caso. Isso não impediu você de contratar, porque você contratou pela identificação com o jeito dela pensar e explicar. O cliente que pega a informação e leva para o contador barato não é o cliente que você quer. O cliente bom é o que não quer ter trabalho e paga para ter tranquilidade com alguém que ele considera competente.

Para publicar

Dois conteúdos prontos

Os dois exemplos foram montados ao vivo na sessão, com a estrutura completa. Estão aqui prontos para você adaptar à sua voz, colocar o seu caso real na prova social e publicar.

Conteúdo um
O imposto que cresce mais rápido que o lucro
Para o empresário que sente que paga imposto demais, que é praticamente todo empresário. Funciona como carrossel, como reels ou como criativo de anúncio.
Sua empresa cresceu, mas todo mês você tem a sensação de que o imposto cresce mais rápido do que o seu lucro. Talvez o problema não esteja apenas na alíquota. Pode existir uma desconexão entre o crescimento da sua empresa, a estrutura financeira e o acompanhamento tributário. Isso acontece porque muitos empresários recebem a informação contábil e nunca usam essa informação como dado gerencial para tomar decisão. A guia chega, o imposto é pago, e o mês seguinte começa igual. A consequência é que a empresa cresce em faturamento sem que você tenha clareza sobre margem, caixa e impacto tributário. Você trabalha mais e não sente o resultado no bolso. Existe outro caminho. Em vez de olhar para a contabilidade depois que o mês terminou, ela pode participar da sua tomada de decisão. É isso que eu faço na contabilidade consultiva: a leitura tributária e financeira acontece antes da decisão, com o enquadramento certo, o regime certo e o acompanhamento de perto. [COLOQUE AQUI O SEU CASO REAL, COM NÚMERO, SEM IDENTIFICAR A EMPRESA] Se a sua empresa cresceu e a contabilidade continua funcionando apenas como obrigação, me manda a palavra imposto no direct.
Conteúdo dois
Decidir olhando o saldo do banco
Para apresentar o BPO financeiro, que é o serviço que você acabou de implementar. Este é o conteúdo que prepara a base atual para a oferta.
Você olha o saldo bancário para decidir se a sua empresa pode contratar, investir ou distribuir dinheiro? Saldo disponível não representa a saúde financeira da empresa. Ele mostra o que entrou, e não o que já está comprometido. Isso acontece porque, sem organização e sem leitura financeira, as decisões importantes são tomadas a partir de uma fotografia incompleta. O dinheiro está na conta hoje, o compromisso vence depois, e a decisão já foi tomada. A consequência aparece em contratação feita na hora errada, retirada acima do que a empresa suporta e imposto virando surpresa no meio do mês. Existe outro caminho. Estruturar as informações financeiras para que você enxergue caixa, compromissos e indicadores antes de decidir, e não depois. É o que o BPO financeiro faz: contas a pagar e a receber organizadas, conciliação em dia, fluxo de caixa com previsibilidade e a leitura de tudo isso feita por quem entende a sua contabilidade. [COLOQUE AQUI O SEU CASO REAL, COM NÚMERO, SEM IDENTIFICAR A EMPRESA] Se você decide olhando o saldo da conta, me manda a palavra caixa no direct que eu te explico como funciona.
O perfil novo

O que parar e o que começar

O perfil tem 30 dias e já entregou cerca de 160 mil visualizações. Esse alcance é um ativo, e ele está sendo construído com o combustível errado.

Parar

Reels teste com frase motivacional

O raciocínio de usar conteúdo genérico para movimentar o algoritmo tem um efeito colateral que custa caro. Quando você atrai uma base por um conteúdo que não tem relação com o que você faz, essas pessoas não curtem o post de contabilidade, porque não chegaram até você por isso. A falta de engajamento sinaliza para o algoritmo que o perfil perdeu interesse, e a entrega cai justamente quando você começa a publicar o que importa. A Ana Eliza cresceu de 4 mil para 50 mil seguidores em quatro meses falando só de venda e posicionamento, e remove perfil fantasma da base de propósito.

Começar

Conteúdo que nasce do ponto A do empresário

A estrutura de oito passos da seção anterior, aplicada aos sintomas que você já conhece de cor. Volume menor de seguidor e qualidade maior de seguidor. O número que interessa no seu caso não é visualização, é quantas conversas de venda começam no direct.

O caso do shadow ban

Falar da reforma tributária sem atacar o governo

O perfil antigo foi bloqueado depois de uma sequência de posts com print de notícia da Receita Federal e crítica direta às mudanças do governo. A reforma tributária é o seu maior ativo de conteúdo, porque você estudou a transição e ela vai até 2033. O ajuste é de ângulo. Em vez de criticar quem fez a mudança, mostre o efeito da mudança na empresa de quem te ouve: o que muda na apuração, o que muda no custo, o que precisa ser decidido este ano, o que precisa ser ajustado no enquadramento. Mesmo tema, sem o gatilho que derrubou o alcance.

Manutenção

Limpar a base do perfil

Perfil sem foto, nome com número e conta que apareceu por viralização de conteúdo genérico. Remover essa base ajuda a entrega a encontrar quem importa.

Matéria-prima

Banco de temas de conteúdo

Duas fontes. A primeira são os temas que a Ana Eliza abriu na sessão, com o ângulo de entrada de cada um. A segunda são os ganchos que saíram da sua própria boca, que é o material que ninguém além de você tem. Juntos dão o seu primeiro trimestre de conteúdo.

Os temas que saíram da sessão

Cada linha é um conteúdo. A coluna do meio é a frase de abertura, que é onde o empresário se reconhece nos primeiros três segundos. Monte cada um com os oito passos da seção anterior.

TemaO sintoma que abreO que ele faz por você
O imposto que cresce mais rápido que o lucro
já escrito
Sua empresa cresceu, mas todo mês você tem a sensação de que o imposto cresce mais rápido do que o seu lucro.Conteúdo de identificação com o maior incômodo que existe. Serve como carrossel, reels e criativo de anúncio.
Decidir olhando o saldo do banco
já escrito
Você olha o saldo bancário para decidir se a sua empresa pode contratar, investir ou distribuir dinheiro?É o conteúdo que prepara a base para a oferta do BPO financeiro.
A contabilidade que não serve para decidirVocê tem contador, recebe número e guia todo mês, e mesmo assim não consegue usar isso para tomar uma decisão.Separa você do contador que só cumpre obrigação, sem citar concorrente.
Escolher contador pelo preçoVocê escolheu o seu contador pelo preço? Tome cuidado, porque você pode estar perdendo informação que faria toda a diferença.Reposiciona o barato como caro. Só você tem autoridade técnica para publicar isto.
A conta de quem cobra R$ 200Para alguém ganhar R$ 10 mil cobrando R$ 200 por empresa, quantas empresas essa pessoa precisa atender ao mesmo tempo?Mostra em número por que o acompanhamento barato não existe, sem falar mal de ninguém.
Eu não trabalho contra o empresárioExiste uma ideia de que o contador trabalha para o governo. Eu sou próxima dos meus clientes porque quero que todos paguem menos imposto dentro da lei.Sai do terreno técnico e entra no terreno da identificação. É o seu conteúdo de marca pessoal.
O que o empresário acha que um contador fazQuando eu marco uma reunião, meu cliente pergunta o que aconteceu. Reunião com contador virou sinal de problema.Desmonta a crença do despachante e abre espaço para a contabilidade consultiva.
O erro de enquadramentoUma empresa que faturava cerca de R$ 100 mil por mês pagava um imposto que a lei já isentava, porque estava enquadrada de forma errada.Prova social com número, preservando a identidade. É a sua peça mais forte hoje.
O que ele já tentou e não resolveuVocê já trocou de contador por um mais barato, já fez curso de finanças e já baixou planilha para fazer sozinho. E continua sem saber o número.Antecipa objeção e mostra por que a solução caseira não chega no resultado.
Sequência de stories a partir de um caso do escritórioGente, vocês não acreditam no que aconteceu aqui hoje.Modelo que a Ana Eliza usou com a médica que pediu desconto. Descreva a situação sem identificar ninguém e mostre a incongruência. Filtra quem chega no seu direct.
A reforma e o que ela vai exigirAté 2033 você vai precisar de organização de gestão e de financeiro. Quem começar em 2029 vai começar atrasado.Urgência legítima, com prazo real. É o seu maior ativo, no ângulo do efeito na empresa dele.
Chamada para ação com palavra no directSe a sua empresa cresceu e a contabilidade continua funcionando apenas como obrigação, me manda a palavra imposto.Fecha qualquer conteúdo acima. A palavra já qualifica quem chama e organiza o seu atendimento.

Os ganchos que já são seus

Tudo nesta lista saiu da sua boca na sessão ou do seu formulário. É repertório que você já tem, esperando só a estrutura de oito passos.

O gancho, no seu jeito de falarPara onde ele leva
O óbvio precisa ser dito.Abre a série em que você nomeia o que o empresário faz sem perceber, e mostra que ele não vê porque está dentro.
A contabilidade apura o passado. O financeiro trabalha com previsibilidade.É a tese que faz o BPO ser um serviço e não uma obrigação que o cliente espera de graça do contador.
O empresário acha que o contador trabalha para o governo.Desmonta a crença que te coloca no lugar de despachante e te recoloca no lugar de aliada.
Marquei uma reunião para explicar a reforma e o cliente se assustou, achou que era problema.Mostra o tamanho da distância entre contador e empresário hoje, e por que você quer estar perto.
A maioria dos empresários não sabe precificar o próprio produto.Sintoma forte, com consequência direta na margem. Leva para a leitura de custo e de resultado.
A maioria não sabe de fato quanto entrou e quanto saiu.Entra no terreno de fluxo de caixa e conciliação, que é o coração do BPO.
Misturar pessoa física com pessoa jurídica é uma das maiores dores.Conteúdo com aplicação imediata, que gera resposta no direct porque quase todo mundo faz isso.
Uma empresa pagava imposto sem necessidade porque estava no CNAE errado.Prova social com número, preservando a identidade. O caso completo está mais adiante neste documento.
A maioria dos meus clientes deixa a vida levar.Abre a conversa sobre gestão e sobre o que a reforma vai exigir de quem administra assim.
Com a reforma, o empresário vai precisar de organização de gestão e de financeiro.Conteúdo de urgência legítima, com prazo real, que justifica agir este ano.
Uma dentista que fatura R$ 80 a R$ 100 mil por mês está desorganizada e caminhando para pior.Cena concreta. Faturamento alto com finanças bagunçadas é o retrato do seu cliente ideal.
Eu invisto em tecnologia, em estudo e em mentoria, então eu não barganho preço.Conteúdo de posicionamento que espanta o cliente que só compara número.
Exercício três

Os seus dez primeiros conteúdos

Escolha dez temas das duas tabelas acima e escreva a lista num documento seu, na ordem em que você vai publicar. Depois monte cada um com os oito passos. Isso é o seu mês de conteúdo resolvido.

Quais dez temas eu publico primeiro, e em que ordem?
Comece pelos dois que já estão escritos, o do imposto e o do saldo bancário, e siga pelos temas de identificação antes dos técnicos.
Qual sintoma abre cada um desses dez?
Use a coluna do meio da primeira tabela como modelo de frase de abertura.
Qual chamada para ação fecha cada um?
Uma palavra no direct que já qualifica quem chama. Imposto, caixa, enquadramento.
Quinta peça

Onde a venda está quebrando

A venda é um funil com seis etapas. O gargalo tem endereço, e cada endereço pede um conserto diferente. Você localizou o seu na hora.

O seu funil de vendas
Da pessoa que nunca te viu até o contrato assinado
AtraçãoMarketing

A pessoa descobre você. Hoje isso vem de indicação, de Instagram e, mais para frente, de tráfego pago.

Geração de interesseMarketing

Ela entra no perfil e lê o conteúdo. Aqui ela decide se o que você fala tem a ver com o problema dela.Hoje: o conteúdo do perfil novo não fala do trabalho, então essa etapa quase não acontece.

Conversa abertaComercial

Ela chama para perguntar como você trabalha, quais são os pacotes, o que você resolve.

DiagnósticoComercial

Você investiga a situação para entender qual oferta apresentar. Diagnóstico vem antes de prescrição.Hoje: você faz perguntas técnicas de qualificação, como faturamento, funcionários e CNAE, e vai direto para o valor.

Oferta apresentadaComercial

Você apresenta a solução como resposta ao que ele acabou de dizer, e aí sim o preço.É aqui que você perde: "vou ver e te aviso". O preço chega antes do cliente ter verbalizado o custo de continuar como está.

FechamentoComercial

Contorno de objeção, dados do cliente, cadastro na cobrança e contrato, na mesma conversa.

Os quatro diagnósticos possíveis

Antes de concluir que o cliente é mão de vaca ou que foi para a concorrente porque era mais barato, o sintoma diz onde investigar.

O sintomaO que investigar
Quase ninguém te chamaCliente ideal, posicionamento, conteúdo e aquisição. O problema está no marketing, antes da conversa.
Muita gente chama e vem desqualificadaA comunicação está atraindo o cliente errado. É o risco de ligar tráfego com a comunicação atual.
Bons leads conversam e não entendem por que contratarProposta de valor e oferta. O que você faz não está traduzido no problema que ele vive.
Ele entende o valor e você trava ao conduzirHabilidade comercial a ser desenvolvida. Você indicou este e o próximo como os seus dois.
Sempre vira discussão de preçoApresentação de valor, qualificação do lead, oferta e público. Os pacotes já reduziram parte disso.
O roteiro que a Ana Eliza ditou na sessão

O roteiro SPIN completo

Venda consultiva. O objetivo do roteiro é fazer o cliente perceber o problema antes de você apresentar o serviço, para que a solução chegue desejada. A sigla é situação, problema, implicação e necessidade de solução, nesta ordem.

A lógica

A gente não quer apontar o problema para a pessoa. A gente quer que ela perceba o problema antes de você apresentar o serviço. Assim a solução parece muito mais atraente e desejável, porque ele entende que tem um problema, que existem consequências negativas, e ele pede para resolver.

Ana Eliza, na sessão
S

Situação

Entender como a empresa funciona hoje, sem gastar tempo demais
Como vocês organizam hoje a parte financeira e contábil da empresa?
Quem acompanha o fluxo de caixa, as contas a pagar e a receber e os principais números do negócio?
Como você usa essas informações da contabilidade para tomar decisões na empresa?
Quando precisa decidir sobre contratação, investimento, retirada ou expansão, em quais números você se baseia?
P

Problema

Fazer o próprio cliente verbalizar dificuldades, insatisfações e limitações
O que mais te incomoda hoje na forma como a parte financeira e contábil funciona?
Tem alguma informação que você gostaria de ter para tomar decisões e hoje não consegue enxergar com clareza?
Você já teve a sensação de estar pagando mais imposto do que deveria, ou de não entender exatamente por que está pagando aquele valor?
Em quais decisões você sente que acaba indo mais pela percepção ou pelo saldo da conta do que por números confiáveis?
I

Implicação

A letra mais importante. É onde ele percebe o custo de permanecer no ponto A
Quando você não tem essa clareza dos números, como isso afeta as decisões que você toma na empresa?
Se continuar administrando dessa maneira pelos próximos doze meses, o que isso pode representar para o crescimento do negócio?
Quando uma decisão de investimento, contratação ou retirada é tomada sem essas informações, que tipo de problema isso pode gerar?
Além do impacto financeiro, o quanto essa falta de previsibilidade ocupa o seu tempo ou gera preocupação no seu dia a dia?
N

Necessidade de solução

Fazer o cliente verbalizar o ponto B e reconhecer o valor da mudança antes de ouvir a oferta
Se você tivesse esses números organizados e atualizados para tomar decisões, o que mudaria na sua gestão?
Que diferença faria conseguir antecipar os problemas financeiros em vez de descobrir depois que eles já aconteceram?
Se você tivesse mais clareza sobre caixa, resultados e impactos tributários antes de decidir, como isso ajudaria no crescimento da sua empresa?
Se existisse uma forma de ter esse acompanhamento sem você precisar assumir toda essa operação financeira, qual seria o valor disso para você hoje?
A diferença entre P e I

Problema é o que está errado. Implicação é o que acontece por causa disso

Quando o cliente diz que não tem controle do fluxo de caixa, a tentação é responder que o seu BPO resolve. A pergunta certa naquele momento é outra: e o que acontece na prática por você não ter esse controle. É na resposta dele que o valor do seu trabalho começa a aparecer, dito por ele e não por você.

Sobre o medo de ser invasiva

Você perguntou se essas perguntas invadem, e a resposta tem duas partes

A primeira é que cuidar do dinheiro de alguém é uma atividade íntima mesmo, então você não está errada em sentir isso. A segunda é que, sem essas perguntas, ninguém tem como saber se o seu trabalho é importante. Um empresário que se incomoda em falar dos próprios números com a contadora dele não tem maturidade para o que ele está tocando, ou precisa exatamente de alguém guiando essa conversa.

Exercício quatro

O seu SPIN, adaptado ao seu vocabulário

O roteiro acima é o esqueleto. Reescreva as perguntas num documento seu, do jeito que você fala e com os termos que os seus clientes usam. Leia antes de cada reunião até virar automático.

Minhas perguntas de situação
Quatro perguntas curtas, para entender como a empresa funciona hoje sem gastar tempo demais.
Minhas perguntas de problema
Perguntas que fazem o próprio cliente dizer o que incomoda. Nenhuma afirmação sua entra aqui.
Minhas perguntas de implicação
Escreva com cuidado, esta é a letra que faz a venda. Se continuar assim pelos próximos doze meses, o que isso representa para o negócio?
Minhas perguntas de necessidade de solução
Perguntas que fazem ele descrever o ponto B com as palavras dele, antes de ouvir o seu preço.
Sexta peça

A oferta como resposta

Depois das perguntas de necessidade de solução, e só depois delas, você apresenta. A forma de apresentar muda tudo.

Como a conversa começa hoje
"Nós fazemos BPO financeiro, contas a pagar, conciliação, fluxo de caixa."
O cliente ouve uma lista de serviços e a única pergunta que sobra para ele é quanto custa.
Você pede CNPJ, faturamento e número de funcionários para calcular o honorário, e o valor vira o assunto.
Ele compara com o que paga hoje e com o que a concorrente ofereceu.
Como a conversa passa a terminar
"Pelo que você me contou, hoje você está tomando decisões importantes sem ter clareza de X e de Y, e isso está provocando Z."
"Você me disse que gostaria de chegar em [o ponto B que ele mesmo descreveu]."
"É justamente nessa travessia que o nosso trabalho entra."
Aí você apresenta o pacote, como resposta ao diagnóstico que ele acabou de fazer em voz alta.
Os três pacotes

A estrutura que você montou funciona, e o diagnóstico é que indica qual

Os três níveis que você criou, do contador que emite guia até o completo com diagnóstico e plano de ação, resolvem boa parte da discussão de preço porque dão ao cliente uma escolha entre opções suas, em vez de uma escolha entre você e outra pessoa. O ajuste é de ordem: o pacote aparece depois das perguntas, apontado por você como o que corresponde ao que ele descreveu. Você recomenda, com justificativa técnica, em vez de apresentar um menu.

Antes do preço

Mostre a economia em número

Duas perguntas que não entram na sua conversa hoje e mudam o terreno: quanto você paga hoje ao seu contador, e quanto você está disposto a investir nisso. E antes de falar o seu valor, mostre a conta: o que ele deixa de pagar de imposto, o que ele deixa de perder em decisão errada, o que ele economiza de tempo. Quando o seu honorário aparece depois de um número maior que ele está perdendo, o honorário deixa de ser custo.

Sétima peça

Fechar na mesma ligação

Você perguntou se poderia fazer as perguntas numa reunião e marcar uma segunda para apresentar entregáveis e valores. A resposta foi direta.

O princípio

Cada reunião é um atrito. Enquanto isso, o seu cliente vai para quem cobra duzentos. Você tem que desenvolver essa habilidade o suficiente para diagnosticar, apresentar, falar o preço e fechar na mesma ligação, já pegando os dados da pessoa e cadastrando ela na cobrança.

Ana Eliza, na sessão
O que isso exige de você

A planilha aberta durante a conversa

Você já tem a ferramenta: uma planilha em que você coloca quantidade de funcionários, regime tributário e faturamento, e ela devolve o honorário. O que falta é rodar isso durante a conversa, sem deixar visível que você está calculando ali. Um jeito prático é já entrar na reunião com a faixa pré-calculada a partir do que você levantou na qualificação, e usar a planilha apenas para confirmar. O trabalho de montar isso de um jeito elegante é um dos itens do seu acompanhamento n'A Cúpula.

O que isso muda no resultado

O cliente decide no pico do desejo

No fim das perguntas de necessidade de solução, ele acabou de descrever em voz alta o que quer resolver. Esse é o ponto mais alto da conversa. Cada dia de intervalo até a segunda reunião esfria aquilo e abre espaço para o orçamento mais barato aparecer. Fechar na hora protege o trabalho que você acabou de fazer.

O atalho que você tem agora

Gravar as calls de venda

A Ana Eliza propôs isso na sessão e agora é parte do seu acompanhamento: você grava a sua ligação de venda e ela analisa, apontando onde você errou e o que dizer em cada momento. Comece a gravar já nas primeiras ofertas de BPO para a base atual, porque são essas as conversas em que o roteiro novo vai ser testado pela primeira vez.

Estudo de caso

O caso da escola de inglês

Você trouxe esse caso na sessão como um erro seu. O diagnóstico técnico estava impecável. O que faltou foi uma etapa da conversa.

O que aconteceu

Diagnóstico certo, conversa incompleta

Uma dona de escola de inglês do sul te procurou por indicação dizendo que pagava imposto demais. Você pediu o CNPJ, olhou o CNAE e descobriu que o contador dela havia enquadrado a empresa de forma errada: por vender livros digitais, ela teria direito a isenção pela normativa, e no CNAE em que estava não tinha. Ela faturava cerca de R$ 100 mil por mês, com 20 professores na folha e a folha sobrecarregada. Você apresentou o diagnóstico completo e passou o seu valor, que era baixo, na faixa de um salário mínimo para cuidar de 20 funcionários e fazer a mudança de enquadramento. Ela respondeu que não tinha condições no momento.

Onde a conversa parou

Ela recebeu o problema resolvido e não o custo de não resolver

Você entregou o diagnóstico inteiro de graça, incluindo a causa e a solução. O que não aconteceu foi a etapa de implicação: quanto ela já perdeu pagando imposto indevido nos últimos doze meses, quanto vai perder nos próximos doze se continuar, o que esse dinheiro representa na folha dela, e o que acontece com uma empresa que carrega um erro de enquadramento por anos. Sem esse número na mesa, o seu honorário foi comparado com zero, e não com o prejuízo.

Como seria com o roteiro

O mesmo caso, conduzido de outro jeito

  • Situação: como está o enquadramento hoje, quem cuida, o que ela sabe sobre a isenção que a normativa prevê para o material didático digital.
  • Problema: ela já teve a sensação de estar pagando mais imposto do que deveria, e de não entender por quê.
  • Implicação: se esse valor a mais vem saindo há doze meses, o que ele já custou. Se continuar pelos próximos doze, quanto isso representa na folha de 20 professores. E o que acontece quando um erro de enquadramento acumula anos.
  • Necessidade: se esse dinheiro voltasse para o caixa da escola, o que ela faria com ele.
  • Oferta: o seu trabalho como a travessia entre o que ela está pagando hoje e o que ela pagaria com o enquadramento correto, com o número da economia estimada na frente do honorário.
Aproveitamento

Esse caso é prova social e é conteúdo

Sem citar nome, ramo específico nem cidade: uma empresa que faturava cerca de R$ 100 mil por mês pagava imposto que a lei já isentava, porque estava enquadrada de forma errada. É exatamente o formato de prova social da estrutura de conteúdo, e é uma das peças mais fortes que você tem em mãos. Vale também uma tentativa de retomada com essa cliente, agora com a conta do prejuízo montada.

Execução

Plano de ação

Tudo que foi tratado na sessão, transformado em tarefa. Clique para marcar como concluída, fica salvo no seu navegador. Alta prioridade é o que destrava o resto, então comece por elas, na ordem em que aparecem.

Área

Posicionamento

9 tarefas
Escolher um perfil único de cliente para os próximos doze mesesalta
Empresas com operação estruturada que precisam profissionalizar o financeiro e a contabilidade, que foi o perfil apontado na sessão. Escrever a escolha, não só pensar nela.
Registrar os critérios que qualificam esse clientealta
Faixa de faturamento, complexidade da operação, tamanho da equipe, regime tributário e momento do negócio. Preencher o exercício um deste documento.
Parar de usar capacidade de pagamento como definição de cliente idealalta
Quem paga sem barganhar passa a ser critério de qualificação dentro da conversa, e não a descrição de quem você atende.
Mapear o ponto A do empresário por escritoalta
Como ele administra hoje, o que não enxerga, que decisões toma mal, onde perde dinheiro, o que sente, o que já tentou e o que acredita que um contador deve fazer. Exercício dois.
Mapear o ponto B do empresário por escritoalta
O que ele passa a controlar, decidir e antecipar depois de trabalhar com você, e qual resultado você promete com segurança. Exercício dois.
Definir como falar da reforma tributária sem atacar o governoalta
Mesmo tema, ângulo no efeito para a empresa de quem ouve. É o que protege o perfil novo de repetir o shadow ban do anterior.
Escrever o que você defende como profissionalmédia
A sua visão, o seu jeito de atender, o que você prioriza. É o material que te separa da concorrência sem falar de preço.
Listar o que você entrega que o contador de R$ 250 não consegue entregarmédia
Tecnologia, equipe, acompanhamento, estudo da transição tributária, leitura estratégica. Essa lista é a base de vários conteúdos.
Registrar por escrito a decisão de não competir por preçomédia
Você já tomou essa decisão na sessão. Escrever é o que sustenta ela num mês de carteira apertada.
Área

Conteúdo

12 tarefas
Parar de postar reels teste com frase motivacionalalta
O volume de seguidor que vem daí não engaja no conteúdo de contabilidade e derruba a entrega justamente quando você começa a falar do seu trabalho.
Publicar os dois conteúdos montados na sessãoalta
O do imposto que cresce mais rápido que o lucro e o de decidir olhando o saldo do banco. Estão prontos neste documento, faltando só o seu caso real na prova social.
Montar o banco de sintomas do seu clientealta
Tudo que você já sabe de cor: precificação, mistura de pessoa física com jurídica, não saber quanto entrou e saiu, decidir pelo saldo. Um sintoma por linha, em planilha ou documento.
Adiar o tráfego pago até os conteúdos de posicionamento estarem no aralta
Com a comunicação atual, o anúncio traz gente que compara você por preço. A base vem primeiro.
Usar a estrutura de oito passos em todo conteúdomédia
Sintoma, origem, motivo, consequência, nova maneira, mecanismo, prova social e chamada para ação. Serve para carrossel, reels e criativo.
Escrever os dez primeiros conteúdos a partir dos ganchos que já são seusmédia
A tabela da seção de ganchos tem doze linhas tiradas da sua própria fala. Exercício três.
Transformar o caso do CNAE errado em prova socialmédia
Com número e sem identificar a empresa, do jeito que a estrutura de conteúdo pede.
Gravar um conteúdo sobre o custo real do contador baratomédia
A conta de quantos clientes alguém precisa atender cobrando R$ 200, e o que sobra de cuidado nesse volume. Só você tem autoridade técnica para publicar isso.
Levar para o conteúdo a separação entre contabilidade e financeiromédia
A contabilidade apura o passado, o financeiro trabalha com previsibilidade. É a tese que faz o BPO ser um serviço pago em vez de uma expectativa gratuita.
Fazer uma sequência de stories a partir de uma situação real do escritóriomédia
O modelo é o da médica que pediu desconto: descrever a situação sem identificar ninguém e mostrar a incongruência. Serve para filtrar quem chega no seu direct.
Remover os seguidores fantasmas do perfil novobaixa
Perfil sem foto, nome com número, conta que apareceu por viralização de conteúdo genérico.
Área

Comercial

11 tarefas
Aplicar o roteiro SPIN em toda reunião de vendaalta
Situação, problema, implicação e necessidade de solução, nesta ordem, antes de qualquer apresentação de serviço. O banco de perguntas está pronto neste documento.
Fazer o diagnóstico antes de apresentar preçoalta
Diagnóstico antes da prescrição. Nenhum valor sai da sua boca antes do cliente dizer o problema e o custo de mantê-lo.
Parar de marcar segunda reunião para apresentar propostaalta
Diagnosticar, apresentar, falar o preço e fechar na mesma ligação, já pegando os dados e cadastrando na cobrança.
Apresentar a oferta como resposta ao diagnósticoalta
Usar o modelo de fala: pelo que você me contou, hoje o problema está em X e Y, e isso está provocando Z. Você disse que quer chegar em B. É nessa travessia que o meu trabalho entra.
Oferecer o BPO financeiro para a base atual com a conversa de diagnósticoalta
Você começa a oferecer na semana seguinte à sessão. Use essas conversas como o primeiro campo de teste do roteiro novo.
Gravar as calls de venda e enviar para análisealta
A análise da sua call é uma das entregas do seu acompanhamento. Começar já nas primeiras ofertas de BPO.
Perguntar quanto o cliente paga hoje ao contador e quanto pretende investirmédia
Duas perguntas que não estão na sua conversa hoje e que mudam o terreno da negociação.
Mostrar a economia estimada em número antes de falar o honoráriomédia
Imposto que ele deixa de pagar, prejuízo que ele deixa de ter, tempo que ele recupera. O honorário entra depois de um número maior.
Usar o diagnóstico para recomendar um dos três pacotesmédia
Você recomenda com justificativa técnica, em vez de apresentar um menu para o cliente escolher sozinho.
Ajustar a planilha de honorários para rodar durante a conversamédia
Faixa pré-calculada na qualificação e a planilha servindo para confirmar, sem expor a conta na frente do cliente.
Retomar a cliente da escola de inglês com a conta do prejuízo montadabaixa
O diagnóstico estava certo. Refazer a abordagem com a etapa de implicação e o número acumulado do imposto indevido.
Área

Operacional

4 tarefas
Preparar o primeiro encontro do sprint de posicionamentoalta
Marcado para 1 de outubro de 2026. Levar as respostas dos exercícios um e dois, porque é delas que o encontro parte.
Montar o registro de resultados dos casos atendidosmédia
Faturamento antes, imposto antes, o que foi ajustado e o resultado depois. Sem isso, você não tem prova social com número para usar em conteúdo e em venda.
Conversar com os clientes atuais antes da concorrente chegar nelesmédia
Depois de oito perdas em um mês, a defesa da carteira é aproximação e comunicação de valor. A reunião de reforma tributária é um bom motivo de contato.
Acompanhar o fechamento dos dois clientes do dia da sessãobaixa
Um fechou no pacote menor e a outra ficou de responder qual pacote queria.

O que muda agora que você está n'A Cúpula

Este documento é o diagnóstico com o plano para você seguir sozinha. Dentro d'A Cúpula você segue esse mesmo plano com acompanhamento, e o que estava previsto para meses acontece em semanas, porque cada decisão passa por validação antes de você gastar tempo executando errado.

Sprint de implementação de posicionamento

Três encontros sequenciados: cliente ideal desenvolvido em detalhe, marca pessoal para você se diferenciar dos outros contadores, e oferta com funil de vendas revisados. O primeiro deles acontece em 1 de outubro de 2026, e é de lá que o acompanhamento começa.

Grupo individual no WhatsApp

Você, a Ana Eliza, a Camila e a Mabê, todos os dias. Objeção que apareceu, conteúdo para validar, dúvida de condução de venda.

Grupo de networking

Ambiência com as outras mentoradas, que são mulheres querendo vender mais, mais caro e para clientes melhores.

Checkpoints quinzenais no Zoom

Você leva o desafio da quinzena e recebe o próximo passo. Vale ficar na sala para aprender com o direcionamento dado às outras.

Oficina de conteúdo

Cinco carrosséis já validados em posicionamento e venda, destrinchados para você modelar. Você sai do encontro com cinco conteúdos para publicar.

Neuroflow

Treino de habilidade de venda com role play. A Ana Eliza faz o papel da sua cliente, você apresenta a contabilidade e o BPO, e a Camila aponta os ajustes. Foi o encontro que você disse que mais gostou.

Monitoria de Instagram

Ana Eliza e Camila acompanhando o seu perfil e dando retorno em tempo real sobre a sua produção, principalmente nos stories.

Análise da sua call de venda

Você grava a ligação e recebe o documento com o que dizer em cada momento em que a conversa saiu do trilho.

O que foi combinado na sessãoCondição
CicloDoze meses de acompanhamento
InvestimentoDoze mensalidades de R$ 1.900, já com o valor da sessão abatido
Cashback aplicadoR$ 1.200 pagos na sessão, descontados do total do programa
Forma de pagamentoBoleto, para não comprometer o limite do cartão
VencimentoTodo dia 28
ContratoEnviado pelo e-mail cadastrado
Primeiro passoPrimeiro encontro do sprint de posicionamento, em 1 de outubro de 2026
Para fechar

Você chegou perguntando o que mudar para vender mais e melhor. A resposta cabe em uma linha: escolha com quem você fala, escreva o que essa pessoa vive, e faça ela dizer o problema em voz alta antes de você falar preço. O resto deste documento é o detalhe de como.

Rara & Cara